O jogo
não é somente uma dinâmica interna mas uma actividade dotada de
significado social. Ao brincar a criança explora e estabelece relação
com o mundo e com os outros, promovendo o seu desenvolvimento social,
emocional, cognitivo e afectivo; vai conhecendo progressivamente os seus
limites, sendo o jogo uma forma de reproduzir situações vividas e fazer
o treino de comportamentos.
Mas o
jogo é muito mais! Aguça a imaginação e a criatividade, ajuda a lidar
com o medo e a frustração, promove a autonomia dos movimentos e o
desenvolvimento táctil, desafia a criança e estimula-a a ultrapassar
obstáculos, bem como a acalma ao provocar relaxamento muscular. Brincar
cria, de facto, conexões cerebrais e estimula a inteligência.
Fica a
proposta para a família: implementar 5 minutos de interacção diária
durante esta semana, guiados por um conjunto de orientações muito
específicas que visam ajudar a transformar o modo como a criança se
relaciona e se regula. Pretende-se maximizar a sintonia com a criança, a
sua felicidade e segurança, o seu potencial de desenvolvimento e de
interacção.
Durante os 5 minutos de brincadeira especial é importante:
Evitar: Fazer perguntas, dar ordens e criticar.
Todo o comportamento inapropriado deve ser ignorado, sempre e quando não represente um perigo.
Aplicar: Elogios que especifiquem concretamente o que a criança fez bem.
Reflectir/espelhar frequentemente aquilo que a criança diz.
Imitar o comportamento da criança.
Descrever o que a criança está a fazer.
Utilizar muito entusiasmo e entoação na interacção.
Para o
desenvolvimento das competências das crianças e dos vínculos afectivos
pais-filhos, devem criar-se as condições para que seja possível a
existência de um espaço de jogo. Este espaço de jogo refere-se, na
verdade, a ter tempo para integrar as brincadeiras das crianças e
fazê-lo de forma consistente. Bastam 5 a 10 minutos diários!
Assim, brinque! Brinque muito com os miúdos da casa!
O jogo
não é somente uma dinâmica interna mas uma actividade dotada de
significado social. Ao brincar a criança explora e estabelece relação
com o mundo e com os outros, promovendo o seu desenvolvimento social,
emocional, cognitivo e afectivo; vai conhecendo progressivamente os seus
limites, sendo o jogo uma forma de reproduzir situações vividas e fazer
o treino de comportamentos.
Mas o
jogo é muito mais! Aguça a imaginação e a criatividade, ajuda a lidar
com o medo e a frustração, promove a autonomia dos movimentos e o
desenvolvimento táctil, desafia a criança e estimula-a a ultrapassar
obstáculos, bem como a acalma ao provocar relaxamento muscular. Brincar
cria, de facto, conexões cerebrais e estimula a inteligência.
Fica a
proposta para a família: implementar 5 minutos de interacção diária
durante esta semana, guiados por um conjunto de orientações muito
específicas que visam ajudar a transformar o modo como a criança se
relaciona e se regula. Pretende-se maximizar a sintonia com a criança, a
sua felicidade e segurança, o seu potencial de desenvolvimento e de
interacção.
Durante os 5 minutos de brincadeira especial é importante:
Evitar: Fazer perguntas, dar ordens e criticar.
Todo o comportamento inapropriado deve ser ignorado, sempre e quando não represente um perigo.
Aplicar: Elogios que especifiquem concretamente o que a criança fez bem.
Reflectir/espelhar frequentemente aquilo que a criança diz.
Imitar o comportamento da criança.
Descrever o que a criança está a fazer.
Utilizar muito entusiasmo e entoação na interacção.
Para o
desenvolvimento das competências das crianças e dos vínculos afectivos
pais-filhos, devem criar-se as condições para que seja possível a
existência de um espaço de jogo. Este espaço de jogo refere-se, na
verdade, a ter tempo para integrar as brincadeiras das crianças e
fazê-lo de forma consistente. Bastam 5 a 10 minutos diários!
Assim, brinque! Brinque muito com os miúdos da casa!

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